29 setembro 2005

O poquê do "estêla-mágica"

Anteontem a titi veio fazer uma visitinha e trouxe uma "xupêsa"... uma "estêla-mágica", chegaram ambos a essa conclusão. É um daqueles objectos (estranhissimos) que dão nas vistas porque emanam imensos raios luminosos, super-psicadélicos. Uma esfera, com um revestimento gelatinoso amarelo transparente, com um botão que permite ligar/desligar umas luzes muito disco. "Mas não foi a titi que deu Afonso! Foi o tio Fernando e a tia Zali que deram ao Afonso. A titi só trouxe." Soube então que tinha sido comprado a um vendedor-ambulante. Que assim que o viram se lembraram logo do nosso Ponshita. E ele – claro!!! – adorou. Nessa mesma noite fui dar com ele a dormir, ferrado, no meio de uma "discoteca" sem som – mas com muita luz – debaixo dos lençóis. Deitou-se com a sua estêla-mágica e adormeceu antes de a apagar... Ainda bem que o fui espreitar antes de me ir deitar. Caso contrário corria o risco de acordar a meio da noite com algum pesadelo estranho... Achei tão engraçada a expressão que resolvi adoptá-la. Afinal, como mãe desta criança maravilhosa, também me sinto – muitas vezes – uma verdadeira estrela cheia de magia! ;)

1 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Eu sabia que 'mi Ponshita' ia amar a estrelinha mágica no exacto momento em que vi o indiano Papu passar à porta da pizaria com um saco cheio de estrelas, golfinhos, chupetas (Deus iluminou-me naquele instante para eu não trazer uma!). Escolhi a estrela que custou uma imperial ao Fernando. Ele adorou, claro! :-)

03 outubro, 2005 15:12  

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